sábado, 12 de maio de 2012

DICAS | Projeto Carajás




O Projeto Grande Carajás (PGC) foi lançado no fim da década de 1970 e teve por objetivo realizar a exploração integrada e em alta escala dos recursos minerais dessa província mineralógica, que é considerada a mais rica do mundo (possui minério de ferro, ouro, estanho, bauxita - nome dado ao minério de alumínio -, manganês, níquel e cobre).

A jazida mineral de Carajás localiza-se numa grande área de cerca de 895 mil quilômetros quadrados (quase equivalente à área do estado de Mato Grosso, que é de 906.806 quilómetros quadrados). É cortada pelos rios Xingu, Tocantins e Araguaia e abrange terras do sudoeste do Pará, norte de Tocantins e oeste do Maranhão. Além da exploração mineral, o Projeto Grande Carajás incluiu também a exploração de recursos agroflorestais, extrativistas, agropecuários, além do aproveitamento do potencial hidrelétrico de alguns rios amazônicos, caso do Tocantins, onde foi construída a hidrelétrica de Tucuruí para fornecer energia elétrica para as indústrias de alumina e alumínio. Os projetos de exploração de bauxita ameaçam o meio ambiente. Nos países desenvolvidos, as pressões sobre as indústrias que purificam a bauxita são grandes. É por essa razão que essas indústrias têm-se instalado nos países subdesenvolvidos, onde as pressões em relação à poluição são menores ou até mesmo inexistentes. A exploração da bauxita pela Mineração Rio do Norte, no vale do Rio Trombetas, por exemplo, já está causando problemas ao meio ambiente. Os rejeitos poluentes da mineração da bauxita estão sendo despejados em um lago natural, sedimentando-o e comprometendo a vida aquática e animal









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